TIM anuncia internet móvel 3G pré-paga. Mas quanto sai o modem?

Arquivado em: Operadoras, Serviços — Tags:, , , , , — admin em 28 de fevereiro de 2009

timweb A TIM vai oferecer internet móvel 3G pré-paga por R$ 5 ao dia. A exemplo do que acontece algumas redes Wi-Fi pagas, especialmente de hotéis, o internauta desembolsa uma certa quantia (R$ 5 nesse caso) e usa a web por 24 horas. Há um limite de tráfego que fica na casa dos 250MB.

A ideia não é ruim. Na verdade, se funcionar a contento (as operadoras estão tendo muitos problemas para calcular transmissão de dados, não entendo a razão), é uma iniciativa bem interessante. Claro que não serve para ser a sua internet principal, mas pode te salvar de alguns apertos, tanto em casa quanto no trabalho. (Se a sua web de casa cair, por exemplo, ou se você precisar acessar algum site no seu trabalho que a empresa bloqueia).

Os 250MB de limitação são mais que suficientes para um dia de trabalho ou de checagem de e-mails e conversas em mensageiros instantâneos (não, não serve para baixar filmes ou músicas, mas, já alertamos, essa opção não é para ser sua internet principal).

A dúvida, na verdade, é uma só: quem banca o modem? Porque R$ 5 por dia é até um preço camarada, mas se a TIM cobrar os atuais R$ 299 pelo mini-modem, toda a lógica do serviço vai para o espaço. De graça, a gente tem certeza absoluta que não é. Logo, o sucesso da empreitada está diretamente ligada ao valor do modem.

Como a internet móvel pré-paga da TIM começa a funcionar amanhã, muito provavelmente teremos mais informações a respeito desses “detalhes†técnicos que farão toda a diferença.

Toys R’ Us compra o sexto domínio de internet mais caro de todos os tempos

Arquivado em: Off-Topic — Tags:, , , — admin em

toysrusA não ser que você saque seu smartphone do bolso, abra o navegador e comece a digitar os endereços que citaremos a seguir, esse post tem muito pouco a ver com nosso assunto principal. Mas temos duas desculpas para esse leve “desvio de rotaâ€: 1) É bem curioso. 2) É, de certa maneira, histórico.

A cadeia de brinquedos americana Toys R’ Us arrematou ontem o domínio Toys.Com pela quase imoral quantia de US$ 5,1 milhões. O leilão, segundo informou, ao vivo, o blog Direct Navigation, foi bem animado com a National A1 aumentando todos os lances da Toys R’ Us em US$ 5 mil (o limite mínimo). De acordo com a atualização, a National A1 pediu “tempo†em pelo menos três oportunidades para ver se continuava com a brincadeira. No fim das contas, perdeu a parada, mas fez a Toys R’ Us desembolsar uma boa grana.

Num esforço hercúleo de reportagem (uma consulta de dois cliques no Google), nós fomos atrás de quais são os mais altos valores já pagos por um domínio na história da internet. E - vejam só - descobrimos que os US$ 5,1 milhões da Toys R’ Us ocupam um honroso sexto lugar nessa lista.

Curioso para saber quanto já se gastou em domínios milionários? Lá vai:

1 - Sex.Com - US$ 11 milhões
2 - Porn.Com - US$ 9,5 milhões
3 - Business.Com - US$ 7,5 milhões
4 - Diamonds.Com - US$ 7,5 milhões
5 - Beer.Com - US$ 7 milhões
6 - Toys.Com - US$ 5,1 milhões
7 - AsSeenOnTV.Com - US$ 5,1 milhões
8 - Shop.Com - US$ 3,5 milhões
9 - Wine.Com - US$ 2,9 milhões
10 - CreditCards.Com - US$ 2,75 milhões

Ninguém aqui acha que nenhum deles vale essa grana toda, mas um em especial é obra daqueles gênios que nós tanto combatemos: mais de US$ 5 milhões por “www.asseenontv.comâ€!?

Alaska Airlines passa a oferecer Wi-Fi via satélite em voos

Arquivado em: Wi-Fi — Tags:, , — admin em 27 de fevereiro de 2009

alaska-airlinesGoogle e telefone celular. Se você tem mais de 30 anos, experimente chegar para um moleque de 13, 14 e contar que houve uma época em que nenhuma dessas duas coisas existiam. Diga que se você tivesse de fazer qualquer pesquisa, teria de encontrar o assunto num livro, e que para receber um telefonema, você precisaria ficar em casa esperando ele tocar.

Internet durante os voos. Essa mesma sensação terá a geração que for adolescente daqui a 10 anos. A meninada ficará louca quando você disser que viajava 12, 14 horas sem nem sonhar com acesso à web. Eles perguntarão, estupefatos: - E vocês faziam o que no avião?

Ainda engatinhando, o acesso Wi-Fi em voos é experimental, mesmo em países desenvolvidos. Mas aos poucos vai ganhando companhias aéreas dispostas a investir. Quem entra no mercado agora é a Alaska Airlines, uma espécie de pioneira em tecnologia quando se trata de facilitar a vida do passageiro. Ela foi a primeira empresa aérea americana a vender passagens pela internet, em 1995, e a primeira a oferecer check-in com cartão de embarque pela rede, em 1999.

Os testes com o Wi-Fi via satélite começam em um voo entre Seattle e San Jose e serão gratuitos por 60 dias. Ao fim de dois meses, a companhia vai definir quais voos receberão o serviço e qual será o preço. Nesse período gratuito, tudo funcionará normalmente (pelo menos é o que eles esperam): qualquer dispositivo móvel, como laptops e smartphones, poderão ter acesso à rede para e-mails, comunicadores instantâneos, redes sociais, sites diversos e tudo o mais que web oferece.

Acreditem: quando isso for regra, e não exceção, as viagens Brasil/Europa se tornarão muito, mas muito menos cansativas.

Blá, blá, blá para americano ler e japonês não entender

Arquivado em: iPhone — Tags:, , , , — admin em

iphone02O portal da revista Wired, um dos raros sites de tecnologia do mundo que tem a (saudável) pretensão de estar adiante da notícia, com análises das reportagens (Chris Anderson deve ter estudado na Espanha), publicou uma nota em que tenta explicar por que o iPhone não faz sucesso no Japão.

A coisa toda começou com a notícia de que a Softbank Mobile estava dando o aparelho de 8GB de graça. E na tentativa de avançar diante do fato, a Wired publicou duas notas: a primeira (original aqui) tentando explicar por que o iPhone é um fracasso completo no mercado japonês. A segunda (original aqui) mostrando que iPhone de graça não é uma exclusividade do Japão.

Bom, parece brincadeira, mas embora seja mesmo uma das melhores revistas do mundo, a Wired pisou na bola duas vezes em menos de 24 horas.

A primeira foi na hora de tentar explicar os motivos da ausência total de empolgação dos japoneses com o iPhone. Disse a Wired: “pobreza de recursos, baixa qualidade da câmera, design não muito fashion e o fato de não ser japonêsâ€. Bom, ou o repórter que escreveu a matéria nunca esteve no Japão ou é muito ruim de chute. Provavelmente as duas coisas.

A câmera do iPhone é um lixo, ok, e não há discussão a respeito. Mas o que o faz pouco (ou nada) atrativo aos japoneses não tem qualquer relação com nenhum dos itens listados pela Wired. A resposta é bem simples, na verdade, e se você lê a Phonedation regularmente, está cansado de saber: ele não transmite TV. Só isso.

A Nokia, por exemplo, tem celulares fashion, cheios de recursos e com câmeras bem razoáveis (5MP, por exemplo) e ainda assim se mandou do mercado japonês. Por quê? Pela mesma razão: não transmite TV. Qualquer outra viagem a respeito do comportamento dos japoneses com smartphones é bola de cristal embaçada.

A outra pisada na bola da Wired foi em relação ao fato de que o iPhone é, sim, distribuído de graça em outros países, como Inglaterra, Alemanha e Espanha.

Bacana. Verdade. Mas a notícia, notícia mesmo, era de que a Softbank estava dando um baita desconto não só no preço do aparelho (que no caso do modelo de 8GB sairia de graça), mas também no valor do plano mensal, que caiu de preço. O fato de ele sair de grça ou não era secundário. Uma consequência da notícia, na verdade.

Mal das pernas no Japão, iPhone, agora, é distribuído de graça

Arquivado em: iPhone — Tags:, , , , — admin em 26 de fevereiro de 2009

iphone01Quem diria… o iPhone, que nunca esteve nem perto de fazer sucesso em terras japonesas, ganhou um belo de um desconto em seu modelo de 8GB: desconto de 100%.

Isso: a operadora que tem a exclusividade do aparelho da Apple em terras japonesas, a Softbank Mobile, está dando o celular de graça para quem entrar no contrato de dois anos. Daí você deve imaginar: - Hum, então o contrato prevê mensalidade caríssima, certo?

leia-antesQue nada… o desempenho do iPhone é tão problemático no mercado japonês que até a mensalidade ganhou desconto. Era de US$ 62 por mês e passou a US$ 45. Para novos e velhos clientes.

O modelo de 8GB, que até então custava o equivalente a US$ 235, ficou na faixa, e o de 16GB, que tinha preço de US$ 350, passou para US$ 118.

Acho pouco provável que isso vá ajudar significativamente a turbinar as vendas do aparelho da Apple no Japão, até porque o barato deles lá é outro: TV ao vivo nos celulares. Nas ruas de Tóquio, Osaka e Nagoya não há um sujeito que não ande na rua sem um aparelho colado no rosto, assistindo à TV. Enquanto o iPhone não fizer isso, não tem conversa…

Steve Ballmer confirma Windows Mobile 7 para abril de 2010

Arquivado em: Windows Mobile — Tags:, — admin em

windows-mobileO que era “rumorâ€, “especulação†e “informações de bastidores†tornou-se oficial. O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, não deu o dia, mas entregou mês e ano para o lançamento do Windows Mobile 7, a novíssima geração do sistema operacional da empresa para smartphones.

Em algum dia do ainda longínquo abril de 2010, o WinMo 7 aportará nos celulares de todo o mundo, prometendo a tal revolução nas plataformas para smartphone que a Microsoft vem ventilando há algum tempo.

A atual versão do Windows Mobile é a 6.1 e você, que lê a Phonedation, já está careca (como o Ballmer) de saber que entre uma coisa e outra haverá um meio-termo, o Windows Mobile 6.5, programado para sair no segundo semestre deste ano.

Redes sociais e Google são os campeões no acesso móvel via Opera

Arquivado em: Off-Topic — Tags:, , , , , — admin em 25 de fevereiro de 2009

operaminiClaro que não vale como um retrato fiel do acesso móvel via celulares, até porque foi feito por uma única empresa, e que está longe de ser a líder no seu segmento. De qualquer maneira, é uma amostra interessante de como os donos de smartphones estão acessando a web via dispositivos móveis.

O relatório mensal do Opera, dono do navegador homônimo que tem versões tanto para internet tradicional quanto para mobiles, batizado de State of the Mobile Web, traz os dados de janeiro deste ano do acesso à internet via celulares. Ele só leva em conta, evidentemente, o próprio browser da empresa, o Opera Mini, o que deixa alguns aparelhos obrigatoriamente de fora, como o iPhone (não há Opera para iPhone. Quer dizer, até há, mas diz o Opera que eles foram barrados no baile).

O levantamento é extenso e curioso (quem quiser dar uma olhada pode mandar o mouse aqui). E apresenta índices de inúmeros países do mundo, que têm, claro, preferências e padrões de comportamento bem distintos.

Dois “endereços”, no entanto, aparecem com maior frequência em quase todas as listas, ainda que mudem de posição: o onipresente Google e as redes sociais como Facebook, MySpace e Orkut (no caso de Brasil e Ãndia).

É impossível fazer qualquer avaliação levando em consideração apenas os dados do Opera. Como a gente já explicou ali em cima, ele não é o padrão da web móvel, mas fica claro que, embora muito inicial, a internet em smartphones carece de um pouco de criatividade.  Quem aparecer com o mínimo para se tornar uma boa ideia tem tudo para começar a fazer fama em uma plataforma que será a principal no mundo.

Apple definitivamente não gosta de gracinhas com os presidentes. Vamos tentar com o Lula?

Arquivado em: Aplicativos, iPhone — Tags:, , , , , — admin em 23 de fevereiro de 2009

obamatrampolineA revista PC World publicou uma lista interessante e, de certa maneira, divertida, com os 10 aplicativos mais hypados que não conseguiram aprovação na iTunes App Store. A relação da PC World é falha e meio desatualizada: deixa de fora uma série de apps curiosos que também foram barrados na porta de entrada.

Mas o destaque é que dos 10 programinhas listados pela revista, três têm presidentes americanos como protagonista. Os dois de George W. Bush são MyShoe, que simula um joguinho em que o objetivo é atirar um sapato no ex-presidente (como o jornalista iraquiano que tentou o feito sem sucesso), e o Freedom Time, que tratava-se de uma contagem regressiva até o fim do mandato dele (inútil hoje, claro). O de Barack Obama é o Obama Trampoline (foto ao lado), bem mais inofensivo que os de Bush, e que consistia apenas em um joguinho bobo em que o atual presidente pulava para acertar balões coloridos no Salão Oval da Casa Branca.

Para conferir a lista completa da PC World basta mandar o mouse aqui.

Galeria do Flickr traz imagens do Need for Speed para iPhone

Arquivado em: Aplicativos, iPhone — Tags:, , , — admin em

nfs-iphone

A inoperância da Electronic Arts em relação ao SimCity para iPhone chega a ser imoral. E abre uma dúvida pertinente: por que uma empresa que sempre teve uma reputação bastante razoável está jogando pelo ralo seu nome com uma coisa tão boba?

A resposta: não está. O fato de o joguinho da EA para iPhone travar depois de instalado e não ter recebido nenhum upgrade até hoje só significa uma coisa: ela não sabe consertar. Pelo menos não ainda. (Porque é meio óbvio que se houvesse uma solução, a Electronic Arts já teria disponibilizado-a há séculos).

Mas apesar desse problema, a empresa trabalha em outros títulos para o celular da Apple - e todos, por conta do “efeito SimCityâ€, já foram adiados. É o caso, por exemplo, de Need for Speed Undercover, que deveria ter saído em janeiro, mas aparentemente vai ficar para março.

De qualquer maneira, para quem tem “need for†NFS, há uma galeria no Flickr com screenshots do joguinho, que está em fase final de desenvolvimento.

Já disse isso aqui, mas nunca é demais ressaltar: o Need for Speed Undercover para consoles foi considerado um dos mais desastrosos lançamentos do ano.

Photokast: a aula de como construir um aplicativo vale mais a pena

Arquivado em: Aplicativos, iPhone — Tags:, , — admin em 22 de fevereiro de 2009

photokastMuito legal a iniciativa do pessoal da Ten23, desenvolvedores do Photokast, aplicativo para iPhone lançado recentemente na iTunes App Store. Eles publicaram no site um manual de 37 páginas sobre todo o processo de construção do programa. Um guia bem amplo que abrange vários aspectos do desenvolvimento, incluindo até a escolha do nome (trecho de leitura, aliás, tão simples quanto interessante).

Para quem pretende desenvolver para o iPhone OS ou mesmo quem já o faz com certa desenvoltura e pretende dar uma olhada no passo-a-passo de outras empresas, o manual do Photokast é leitura obrigatória (ele pode ser visualizado e compartilhado no site do aplicativo).

leia-antesJá o programa… Bom, o programa não é lá essas coisas, mas como o pessoal foi muito bacana em dividir as informações, não seremos nós que cairemos de pau no software. Basicamente ele é um compartilhador de fotos com recursos de avaliação dos internautas, que dão notas para as fotos, e que seguem enviando as fotos que acharam mais interessantes para outras pessoas, que fazem a mesma coisa (dão notas e enviam para mais gente).

Não passa disso, mas não chega a ser completamente sem lógica. De qualquer forma, temos que entender que muita gente boa está chegando na plataforma agora e, nesse aspecto, o guia - mais que o programa - é de extrema utilidade.

Posts mais antigos »