Uma nova aquisição e uma baixa na iTunes App Store. Quem gosta do programinha de música Tap Tap Revenge, feito para aproveitar a onda do Guitar Hero para consoles, pode aventurar-se em uma edição especial lançada hoje com as músicas mais recentes da banda Nine Inch Nails.
O jogo é igual ao original em sua concepção: acertar na tela as “notas†corretas das músicas. Mas, claro, com o som da banda que dá nome à nova edição. São 13 faixas do NIN e uma bela promoção. Quem alcançar 150 mil pontos e registrar o recorde online concorre a uma guitarra assinada pelos integrantes da banda e a ingressos para shows do grupo nos Estados Unidos.
Adoraria ver um Tap Tap Revenge nacional, mas só de pensar nas possibilidades de bandas a serem escolhidas no Brasil, penso que é melhor não.
Quanto à baixa na iTunes App Store, ela era a crônica de uma morte (de aplicativo) anunciada. O navegador Opera para iPhone não passou pelo crivo da Apple, como era de se imaginar. Pelo menos é o que alega o CEO do browser, Jon Stephenson. E é bem provável que seja verdade: afinal, a Apple não permite aplicativos que concorram com apps semelhantes produzidos por ela (nesse caso, leia-se Safari), logo nada de Opera ou qualquer outro no iPhone.
O navegador, no entanto, continua funcionando em quase todos os outros smartphones que rodam Windows Mobile e Symbian, tanto com o Opera Mini quanto com o Opera Mobile (cada um adequado a um tipo de celular).
Todos os brasileiros conhecem a recentÃssima história da venda do iPhone 3G no mundo. Ele saiu na Guatemala e em El Salvador antes de sair no Brasil. Li alguns e-mails revoltados a respeito. Gente que havia perdido as esperanças… um pequeno caos digital à época.
Pois, companheiros indignados, é chegada a hora da vingança. Larguem mão do iPhone e comprem um BlackBerry Bold. Embora esteja à venda no Brasil há um bom tempo, ele é o objeto de cobiça dos consumidores americanos, que viram sua data de lançamento ser adiada aborrecidas vezes e só poderão comprar o aparelho agora em novembro. (Aqui, o celular já está tão enraizado que até conteúdo da Maria Rita o bichinho tem. Só não sei se isso é necessariamente bom).
O mais engraçado é que a indignação dos americanos se assemelha à nossa. Com os primeiros Bolds chegando para teste, as análises dos colunistas de tecnologia invariavelmente começam com “depois de ter sido lançado em praticamente todos os paÃses reconhecidos pelas Nações Unidas, o BlackBerry Bold, enfim, chega aos Estados Unidosâ€â€¦
Ah, vai, uma vez na vida, os americanos não vão morrer por causa disso.
A Electronic Arts, por meio do seu braço para dispositivos móveis, a EA Mobile, deu inÃcio à batalha que certamente travará contra outros desenvolvedores pela primazia na oferta de jogos para o sistema operacional do Google, o Android. Saiu ontem o primeiro de uma leva que não tem limite para acabar: o bom e velho Tetris, que já está disponÃvel para os donos de G1.
De acordo com informações da própria EA Mobile, os próximos na fila serão Bejeweled e Monopoly, conhecido por aqui como Banco Imobiliário. Os dois saem antes de dezembro. Achou meio xaropinho? A gente também. Mas, por mais esquisito que possa parecer, o Banco Imobiliário para celular, nos Estados Unidos, é uma febre. Tanto que lidera a lista de jogos mais bem avaliados do portal da Electronic Arts.
E por falar em portal, um detalhe curioso. O Tetris já foi lançado, mas como o Android Market (a iTunes App Store do Google) ainda não está plenamente preparado para cobrar por aplicativos, a EA Mobile está vendendo o jogo no seu próprio site.
E é bom o Google não enrolar demais. Daqui a pouco a Electronic Arts vai começar a desconfiar que é melhor ficar com 100% dos lucros dos seus jogos do que com 80%.
Lembra do Big Mac com café para os donos de iPhone? Bom, a AT&T mandou avisar que os felizardos usuários de BlackBerry, clientes da operadora, também terão direito a Wi-Fi de graça nas lojas da Starbucks e nas lanchonetes do McDonalds. Mesmo esquema: basta digitar o número do telefone e voilá.
Só não entendi uma coisa. Porque os iPhones primeiro, e um dia depois os donod de BlackBerry? Duas teses correm ensandecidamente na web. Uma diz que era apenas para criar mÃdia espontânea (pronto, AT&T, danadinha, conseguiu aparecer na Phonedation outra vez), coisa que eu duvido. A outra jura que eles não se tocaram de que estavam privilegiando um grupo muito especÃfico e decidiram abrir o leque.
Bom, se for isso, é só o pessoal do Windows Mobile começar a fazer piquete em frente à Starbucks para reivindicar seus direitos, não? Nossa foto-montagem acima mostra que a gente apóia (e cede mÃdia espontânea…)
Arquivado em: Aparelhos — Tags:Aquos, Japão, Sharp, Softbank — Alex em
Enquanto tenta mostrar aos clientes japoneses que, sim, é possÃvel assistir à amada televisão no iPhone (ainda que você tenha de carregar um trambolho do tamanho de um holter cardÃaco no bolso do paletó), a operadora Softbank pretende se esbaldar escorada em outro fabricante.
A Sharp, que nada em águas tranqüilas por lá, vai levar aos consumidores o novÃssimo Aquos Fulltouch 931SH, simplesmente “o celular com melhor resolução de tela de todos os tempos”, como eles já estão alardeando. Para se ter uma idéia, o telefone tem teclado QWERTY em slide, câmera de 5 mega-pixels, touch-screen de 3.8 polegadas com a absurda resolução de 1024×480 (!!!) e capacidade de rodar tranquilamente conteúdo wide-screen (16×9). Ah, e vem com sintonizador de TV, é claro, que eles não vivem sem isso.
Um dos mais ilustres colaboradores da Phonedation esteve recentemente em Tokyo e Osaka, num giro pelo Japão. Voltou de lá impressionado. Para os japoneses só existe um celular realmente bom: aquele que transmite sinal de TV.
E pode ser o xing-ling mesmo. Se o genérico chinês ou coreano tem sinal de TV, e o iPhone, por exemplo, não, lamento Jobs, mas vamos com o outro.
Esse nosso colaborador leu atentamente a notÃcia do dia, em blogs estrangeiros de tecnologia, a respeito do lançamento do sintonizador da OneSeg para iPhones, anunciado pela operadora japonesa Softbank. E deu de ombros.
Pelo que ele pôde notar em suas aventuras na terra do sol nascente, os japoneses não usam a TV do celular apenas para acompanhar os programas no metrô ou no ônibus. Eles realmente andam pela rua, com o celular na mão, assistindo à televisão. O adaptador da OneSeg é um dispositivo separado, quase do tamanho do iPhone, que se conecta por Wi-Fi com o sinal de TV e com o telefone da Apple.
De qualquer maneira, e para deixar registrado, a aposta da Softbank para tentar alavancar as vendas do iPhone no Japão vai custar US$ 100, mede 8cmx5cm e será vendido a partir de dezembro. Só para o mercado japonês, a princÃpio.
Vamos listar agora, um a um, 14 dos melhores aplicativos para iPhone que apareceram na iTunes App Store até o fim do mês de outubro. Os programas da primeira lista voltarão a aparecer aqui para fazer companhia a softwares novos, que não haviam sido lançados à época ou não tinham sido testados pela Phonedation. Então, prepare seu iTunes e turbine seu iPhone de uma vez por todas (os links abrem direto na iTunes App Store).
1 -Â AroundMe
O que diz o desenvolvedor: Permite achar rapidamente informações sobre lugares que estão perto de você.
O que o programa faz de verdade: Exatamente isso. Era de se esperar que o AroundMe, ao usar a função de localização, funcionasse perfeitamente bem em paÃses como os Estados Unidos. Mas, surpreendentemente, ele também é capaz de encontrar lugares no Brasil. Claro, ainda precisa de vários aprimoramentos, e uma incrementada no banco de dados. Em alguns casos, como “postos de gasolinaâ€, o mais perto que ele encontrou da sede da Phonedation estava supostamente a 6km de distância, embora haja uma meia dúzia aqui ao lado. Mas em “hospitaisâ€, por exemplo, o programinha se saiu bastante bem.
Com que frequência eu vou usar: Não muito, na verdade. A não ser que você goste de se aventurar em áreas desconhecidas na sua cidade, ou viaje bastante. Afinal, você não precisa de um iPhone para te dizer qual o bar mais perto da sua casa, certo?
Quanto custa: ZERO.
2 -Â Google Earth
O que diz o desenvolvedor: Tenha o mundo na palma da sua mão.
O que o programa faz de verdade: Um pouco mais que a metáfora sugerida pelo Google. É como ter o mesmo aplicativo que você usa no PC na tela do iPhone. E o impacto visual é bem maior. É possÃvel localizar cidades, prédios, monumentos, em qualquer lugar do mundo, por imagens de satélite. No iPhone, o programa ainda faz uso do acelerômetro, que inclina a imagem à medida que você inclina o aparelho. Há também integração com a Wikipedia e com o Panoramio, que mostra informações em texto e por fotos dos locais demarcados no mapa com os Ãcones desses dois serviços.
Com que freqüência eu vou usar: Essa é fácil. Pegue o tempo que você brincou com o Google Earth original no seu computador e multiplique por dois.
Quanto custa: ZERO.
3 -Â Currency
O que diz o desenvolvedor: Informação de câmbio, em tempo real, de 90 moedas e 100 paÃses.
O que o programa faz de verdade: Exatamente isso. Basta estar conectado a uma rede Wi-Fi, ou usar a rede da sua operadora, para obter as taxas de câmbio em seis segundos, em média. É possÃvel ainda fazer cálculos diretos. Quer saber quanto valem, em reais, 100 euros, por exemplo? Basta digitar o número no campo especÃfico.
Com que frequência eu vou usar: Em tempos de crise…
Quanto custa: ZERO.
4 -Â ShopShop
O que diz o desenvolvedor: Uma lista de compras. Simples. Fácil. Gratuita.
O que o programa faz de verdade: Permite listar aquilo que você precisa comprar quando vai ao mercado para uma compra rápida ou quando decide fazer as compras do mês. É bem mais útil do que levar um papel anotado e uma caneta para riscar o que já comprou, sem contar que é quase impossÃvel esquecer a listinha em casa, já que o celular é companhia constante. O programa, no entanto, ainda precisa de ajustes. A edição dos intens é muito limitada e só é possÃvel criar uma única lista.
Com que frequência eu vou usar: Se for organizado, apenas uma vez por mês. Se for esquecido, será uma mão na roda quase diária.
Quanto custa: ZERO.
5 -Â Units
O que diz o desenvolvedor: Permite que você facilmente converta diversas unidades em várias outras.
O que o programa faz de verdade: Aquilo que se propõe, o que pode ser bem útil em determinadas situações. Como, por exemplo, quando você quer converter, sem precisar de cálculos, milhas por hora em km/h ou temperatura (Farenheit e Celsius), incluindo várias outras medidas (peso, volume, armazenamento). De quebra ainda vem com uma régua de 7cm.
Com que frequência eu vou usar: Depende. Quem gosta de (ou precisa) fazer essas conversões vai usar bastante. Quem não é fã disso vai usar muito raramente.
Quanto custa: ZERO.
6 -Â Midomi
O que diz o desenvolvedor: A sua mais completa busca musical. Rápida, fácil e natural.
O que o programa faz de verdade: Começou como a grande estrela da iTunes App Store, mas vem perdendo o encanto. De cara, o apelo era mesmo inigualável. Cante ou apenas faça “lá, lá, lá†com a música que você lembra (e não sabe o nome ou quem canta), que o Midomi acha para você. Acha mesmo? Até acha, mas não é simples assim. Dependendo da sua afinação, ele encontra uma lista gigantesca de possÃveis músicas, e aà é preciso clicar, uma por uma, até descobrir a certa.
Com que freqüência eu vou usar: No começo, bastante. Depois, vai cansar um pouco.
Quanto custa: ZERO.
7 -Â Remote
O que diz o desenvolvedor: Seja um DJ móvel. Você pode controlar a música no seu computador ou na sua Apple TV direto do seu iPod Touch ou do seu iPhone.
O que o programa faz de verdade: Possibilita mudar faixas, pausar, continuar ou aumentar o volume das canções no seu iTunes. Parece pouco, mas é incrivelmente útil. Se você for o anfitrião de uma reunião, por exemplo, e o som ambiente estiver a cargo do seu computador ou laptop, é possÃvel controlar o som mexendo apenas no seu celular. E esse charme, acreditem, é impagável.
Com que frequência eu vou usar: Depende de como você escuta música em casa. Se for no computador, vai usar bastante.
Quanto custa: ZERO.
8 - iTalk Recorder
O que diz o desenvolvedor: Muito mais que um gravador de voz.
O que o programa faz de verdade: Bom, ele é um gravador de voz. E não “muito maisâ€. O iTalk Recorder é um programa com bons pais, mas mal nascido. Nos testes realizados pela Phonedation, ele apresentou problemas no tamanho dos arquivos, que não eram compatÃveis com a qualidade som pré-definida, e principalmente na transferência das gravações para o computador.
Com que frequência eu vou usar: Quando os pequenos defeitos forem consertados, é possÃvel que use com mais regularidade.
Quanto custa: ZERO (mas por tempo limitado).
9 -Â YouNote
O que diz o desenvolvedor: Tome nota de tudo o que você quiser, quando você quiser e onde você quiser.
O que o programa faz de verdade: É um post-it anabolizado. Além de tomar notas escrevendo no teclado QWERTY virtual, é possÃvel registrar uma foto, gravar uma mensagem de voz ou desenhar algo (limitadamente). Outro programa que faz essas funções muito bem é o Evernote.
Com que frequência eu vou usar: Provavelmente pouca, mas é sempre bom tê-lo por perto.
Quanto custa: ZERO.
10 -Â FakeCalls
O que diz o desenvolvedor: Abra o programa e, em minutos ou segundos, o aplicativo vai simular uma ligação para você.
O que ele faz de verdade: Exatamente isso. Finge que você está recebendo uma ligação e te livra dos chatos, mas ainda precisa de uma série de ajustes, principalmente na customização dos telefonemas fakes.
Com que frequência eu vou usar: Depende da quantidade de chatos que te abordam no dia-a-dia.
Quanto custa: ZERO (mas apenas por poucos dias, depois passará para US$ 0,99).
11 -Â Note Pad
O que diz o desenvolvedor: Troque o aplicativo Notes original pelo Note Pad, um bloco de notas cheio de funções.
O que o programa faz de verdade: É bem melhor que o Notes que vem no iPhone, disso não há dúvida. Permite organizar os textos em pastas, tem sistema de busca e transforma as notas em e-mails. Mas pode melhorar muito mais.
Com que frequência eu vou usar: Quando se acostumar com ele, vai usar mais do que pensa.
Quanto custa: US$ 2,99 (foi gratuito durante um perÃodo).
12 -Â Fring
O que diz o desenvolvedor: Permite que você converse e interaja com seus amigos do Skype, MSN, GTalk, ICQ, Twitter, Yahoo e AIM.
O que o programa faz de verdade: Reúne todos os seus contatos de mensageiros instantâneos em um só programa, como o Adium para Mac. Além dele, há mais dois aplicativos que disputam a liderança nessa disputa de ser o programa de mensagens instantâneas “padrão†dos donos de iPhone: Palringo e IM+.
Com que frequência eu vou usar: A mesma com que você usa MSNs e GTalks da vida.
Quanto custa: ZERO.
13 -Â Air Sharing
O que diz o desenvolvedor: A maneira mais fácil de carregar seus documentos.
O que o programa faz de verdade: Ele transforma seu iPhone ou iPod Touch em uma espécie de pen-drive sem fio, com a possibilidade de “arrastar e soltar†arquivos do computador para o telefone e vice-versa, além de visualizar os formatos mais comuns de documentos (Word, PowerPoint, Excell, PDFs, páginas web, imagens, filmes e áudio). É bom, mas ainda precisa de mais confiabilidade na hora de “montar†o pen-drive virtual no seu computador.
Com que frequência eu vou usar: Se você aposentar o pen-drive normal, vai usar bastante.
Quanto custa: US$ 6,99 (era gratuito no lançamento).
14 -Â MotionXDice
O que diz o desenvolvedor: Balance seu telefone e tenha dados de verdade nas suas mãos.
O que o programa faz de verdade: Traz mais de 30 tipos diferentes de dados (inclusive para pôquer), 21 pequenas mesas e permite que até seis dados rolem de uma vez. Não chega a ter função especÃfica alguma, mas impressiona os amigos que é uma maravilha.
Com que frequência eu vou usar: Pouca.
Quanto custa: ZERO.
Arquivado em: Android, Aparelhos — Tags:Android, desbloqueado, G1, Google Phone, T-Mobile — Alex em 29 de outubro de 2008
Se não tem, estão bobeando… De acordo com o site da Android Community, o Google Phone bloqueado durou… hum… uma semana. Os testes, informam a turma da comunidade, foram rápido e surpreendentemente fáceis. Há até um vÃdeo de um G1 funcionando com chip da AT&T (sorry, T-Mobile…) na página deles.
A “empresa” com o originalÃssimo nome de Unlock T-Mobile G1 vende a solução por módicos 22,99 dólares. Basta se cadastrar no site. Juntando isso com a notÃcia de que o Wal-Mart tem o Google Phone 31,11 dólares mais barato que a T-Mobile, é só usar o dinheiro que você economizou comprando no supermercado e não na operadora para bancar o desbloqueio.
E onde o Mercado Livre do tÃtulo entra nisso? A Unlock T-Mobile G1 anuncia que seu desbloqueio serve para qualquer paÃs do mundo, com chip de qualquer operadora. Então? Estão esperando o quê?
Atenção, Claro, Vivo, TIM, Oi e demais operadoras de telefonia móvel. Estão escutando? Ou o sinal está ruim? (Óbvio que ninguém vai dizer que está ruim…)
Ótimo, então escutem e se inspirem. A americana AT&T divulgou hoje que vai oferecer acesso Wi-Fi gratuito a seus clientes donos de iPhone nas lojas da Starbucks e nas lanchonetes do McDonalds nos Estados Unidos.
Opa, não entendi. Mas o Wi-Fi não é inimigo número 1 das operadoras? Bom, algumas pensam assim. Outras, mais inteligentes, não.
Ao oferecer hot-spots aos seus clientes em cafés e lanchonetes, a AT&T não só vai cultivando o hábito de o usuário realmente acessar cada vez mais a web do seu telefone, como cria uma situação de internet na rua que pode ou não ser continuada via rede da operadora (com maior tráfego de dados).
Para concectar-se à rede enquanto toma um café ou come um Big Mac, basta acessar o hot-spot e digitar o número do telefone celular. Então, bravas operadoras brasileiras, alguém se empolgou com a idéia?
Alô? Alô?…….. Acho que a ligação caiu…
O novo CEO da Motorola, segundo o Wall Street Journal, abriu o jogo. A empresa vai mesmo abraçar a plataforma Android, do Google, na maioria dos seus próximos celulares (e em alguns que já existem). De acordo com a reportagem do jornal americano, a Motorola ainda trabalhará com três sistemas operacionais em todos os seus aparelhos, mas “o grosso” será mesmo baseado em Android.
Os chamados high-end, telefones mais caros, continuarão equipados com Windows Mobile, enquanto aqueles bem mais baratos, que são os aparelhos de entrada, vão usar o sistema proprietário da empresa, que tem o nome de P2K. Entre uma coisa e outra, só a plataforma do Google.
Há dois detalhes importantes nessa informação do Wall Street Journal. Primeiro que o Google precisava desta parceria. Claro, muito provavelmente vários fabricantes de celulares vão migrar para o Android em um futuro próximo, mas ficar só com a HTC na mão talvez não seja a melhor polÃtica para quem pretende dominar o mercado. O segundo detalhe diz respeito ao Windows Mobile. Será mesmo que ele continuará nos high-end da Motorola por muito tempo?
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